quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Espreitar

Miguel Soares, na Culturgest, Lisboa.
Aquelas formas e imagens não me afectam muito. Nunca gostei muito de jogos de computador e de imagens feitas a partir de bites e compostos do género.
Mas...
Bem montada, a exposição trabalha sobre um outro nível ou forma de performatividade que me interessou e que justificou as duas horas que ali estive a olhar para o olhar do outro. Alguém que espreita da janela para uma cena de porrada, alguém que regista o impulso de ver um carro acidentado... e, por outro lado, alguém ou obras que nos mostram desempenhos, do próprio artista em jogos de computador, ou de uma qualquer civilização no jogo da vida.
Projecções e realidades, tudo menos virtuais.

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