quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Futurismo Suave

"Eu não compreendo, de modo algum, a saudade doentia das outras épocas, a nostalgia das idades mortas, certa ronda de fantasmas, lamurienta e sinistra que anda para aí - fox-trot de esqueletos mutilados... Ter saudades dos séculos que morreram é ter vivido nesses séculos, é não ser de hoje, é ser cadáver e andar a fingir de vivo..." (António Ferro, A Idade do Jazz-Band)

António Ferro, um moderno... e homem do regime.

1 comentário:

André disse...

Pois eu tenho uma saudade doentia dessas outras épocas e tenho muito orgulho. Sobretudo não deixo de ser mais vivo por causa disso.