quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Eu não sou para ser

"A recusa da identidade individual, o tornar-se na e ninguém para poder ser tudo, o mimetismo trazido à identificação completa com o sentir dos outros, representam poderosos dispositivos do conhecimento do mundo e da realidade, para além das experiências inebriantes, excitantes, direi mesmo absolutamente vertiginosas, que, por um lado, permitem uma compreensão profunda dos aspectos muito inquietantes da loucura e, por outro, libertam da tristeza e do desespero de ser-se prisioneiro de uma identidade." (Mario Perniola, A Arte e a sua Sombra)

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