domingo, 2 de maio de 2010

Encruzilhada semiótica


Torno-me texto nas diferentes sms's que, espontaneamente, envio e recebo. Sou seco? Deparo-me com outros textos, hermenêuticas, expectactivas... Na praia, olho para as nuvens. O sol enconde-se. O mar está calmo. A areia vazia. Numa esplanada, com um livro, bebo chá de limão. O sol aparece. Desço para a praia. Deito-me e adormeço. Há zonas de significação recalcadas. As histórias confundem-se através da repetição de memórias, palavras, textos e ritmos estabelecidos pela dialéctica emocional. Sem tese ou antítese. Tal como Sophie Calle, sou um "stalker, stripper, sleeper, spy" e vivo as consequências decorrentes de... "no sex last night", numa espiral de interesse e desinteresse alheio. No cinema, ouço a multidão que, num foyer alimentar, vibra com um jogo de futebol. I love Philip Morris é o título de um filme surpreendente com diversos twists narrativos, que me afectam e frustam os nervos, acalmados por vários rebuçados de mentol. O vento é imenso. Chego a casa. Envio-te uma mensagem e não respondes. "Take care of yourself"!

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