quinta-feira, 17 de junho de 2010

Fuck Buttons

Mergulhamos sem saber. Atingimos a barreira do som. O ruído é contaminado por um imaginário sincopado pelo bater do coração. Em cima de uma prancha de ardósia, deslizamos sobre os telhados de zinco, perseguidos pelos cascos de um cavalo e pelo barulho dos aviões que, mesmo ali ao lado, decolam sem cessar. Agarrados a uma asa de um desses aviões suportamos o limite do som, do ritmo, da melodia... Acordamos, de repente, no silêncio. Foi no Lux e foi lindo.

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